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Há alguns meses, a editora Cosac Naify avisou que fechava as portas. Conhecida pela qualidade de suas edições (boa parte, livros de arte) a notícia chocou o mundo literário.

Domingo passado, 2 de outubro, descobri pelo Segundo Caderno do Jornal “O Globo” que, para evitar os gastos com estocagem, pensa-se em incinerar os livros remanescentes, prática que descobri ser comum entre as editoras, especialmente com os ditos livros encalhados.

Assim, clamo aos bibliófil@s, autor@s, editor@s, bibliotecári@s, diretor@s de centros culturais e afins que não deixem esses exemplares irem para a fogueira! Não é possível que a destruição de tamanho patrimônio seja justificada por economia na contabilidade, principalmente na editora criada por um milionário apaixonado por arte.

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Certamente, há solução melhor! Movamo-nos para conseguir a doação desses exemplares para as bibliotecas, centros de cultura, artes e literatura desse país. Ou mesmo, como sugere o autor do artigo do Jornal “O Globo”, Bolívar Torres, que sejam desovadas em praça pública para serem recolhidas pelo povo.

Não à morte dos livros! Não à sujeição da arte ao pragmatismo! Vamos salvar esses exemplares da extinção!!!

Se você quiser, individualmente, adquirir essas obras de arte, segue esse link. A Amazon comprou um lote imenso e está vendendo bem mais barato do que costuma ser. De um jeito ou de outro, vale investir nessas obras de arte. Salvem os livros!