Tempo de leitura: 1min e 20segFalta uma semana para o fim da Bienal de SP e você não vai perder essa mega exposição de arte contemporânea, né? Com entrada gratuita, é uma boa pedida antes ou depois de um passeio pelo charmoso Parque Ibirapuera.

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Com foco em meio ambiente, sustentabilidade e questionamentos críticos como o papel da arte e a violência humana, a pergunta que movimenta a temática da Bienal de 2016 é para onde vamos? Essa Incerteza Viva permeia os trabalhos, a expografia e, esse ano, até o restaurante do evento.

Isso mesmo, o restaurante foi substituído, ou melhor, englobado por uma das obras de arte. Jorge Menna Barreto apresenta o Restauro, que surge da necessidade de uma discussão acerca do que, como, quando e de onde vem o que comemos.

Com uma proposta de comida advinda de agroflorestas, com base em plantas e cogumelos, o cardápio é delicioso e a preço acessível, trabalhando com duas opções de PFs (sim, pratos feitos como a gente costuma chamar), cerveja artesanal e uma variedade de salgados, docinhos e sucos.

O Restauro ainda conta com utensílios laváveis e reutilizáveis e pede que os visitantes/clientes retornem cada coisinha para seu lugar e usem, é claro, o indispensável à sua alimentação, sem excesso de embalagem, guardanapos ou quaisquer descartáveis. Ah, e a comida é verdadeiramente experimental, colorida e MARAVILHOSA! Sem excessos. A experiência é inesquecível e faz, como sugere, com que pensemos melhor nossa relação com a alimentação e o consumo.

O que você acha, comida é arte?

Confere só o que a gente mais curtiu por lá.

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