Sinestesia Mutante é uma organização artística de desorganização criativa.

Comunicação digital e curadoria para empoderamento, educação para liberdade, pesquisa, assessoria e divulgação de iniciativas culturais.

Acredita que o estímulo e a união dos sentidos promove a aptidão criativa, por isso, crê na sinestesia não como disfunção, mas, como potencializadora de vontades e potências criativas. E que ela deve estar em constante desconstrução, por isso, mutante.

Engraçado pensar que costuma-se usar “isso faz sentido” quando se fala algo razoável, comprovável, mas, esquece-se que o sentido está no âmbito da percepção unida à memória, o que faz sentido, portanto, é aquilo que se sente…

Filosofia e arte desenvolvem senso crítico da realidade, estimulam o pensar, possibilitando mudanças, questionando o estabelecido. A arte, em especial, é capaz de tocar todas de maneira única e pessoal, permitindo um encontro maior da pessoa consigo mesma e com as questões que a atordoam em consequentemente, com as outras.

Assim, a busca da Sinestesia Mutante é promover mais arte (por toda a parte, tanto no mundo real quanto no digital.)

Atualmente, fazemos parte do núcleo de gestão de comunicação da Casa de Estudos Urbanos, na Glória e em 2017, nos associamos à casa de empreendedores Somos Goma, na Gamboa, onde atuamos no núcleo de cultura e ativação de eventos.

QUEM FAZ

Bia Salomão

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Idealizadora, escritora e editora de conteúdo, é especialista em Arte e Filosofia pela PUC- Rio, bacharel e licenciada em Filosofia pela UnB, viajante e inquieta.

Atenta às diversas formas de arte, é curadora, escritora, produtora e atua na cena cultural carioca. Apaixonada pela cidade, flana pelas ruas e museus unindo referências de literatura, filosofia, história, moda, arquitetura, sensorialidade e intervenções na cidade.

Atualmente, integra o núcleo de Comunicação da Casa Urbes, na Glória, o coletivo Precious Plastic Rio que ressignifica resíduos plásticos e repensa hábitos de consumo, faz produção de conteúdo e experiência em arte no Artikin , toca o grupo de pesquisa e ativação urbana Descubra Art e a iniciativa Bazar oitoquatro.

Trabalha com arte-educação desde 2012, atuando no Oi Futuro, Casa França Brasil e Parque Lage, coordenou e desenvolveu atividades arte-educativas e visitas a museus e espaços de cultura com moradores de abrigos da Prefeitura do RJ, com o projeto Circulando.

Em Brasília, passou pelo Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), Museu dos Correios, Museu da República, além de produzir e organizar eventos acadêmicos de Filosofia Antiga na Cátedra UNESCO Archai da Universidade de Brasília, além de diversos projetos de iniciação científica nas áreas de Estética, Filosofia Antiga e Lógica. Atua com educação, ministrando aulas desde 2009.

Formada no Instituto de Arte Educação pelo artista e grande educador Hélio Rodrigues, cursou Elaboração de Projetos Culturais com Fábio Neves e transita, também na moda, tendo cursado Visual Merchandising e Cool Hunting no IED RJ e na Perestroika com pesquisas sobre arte, moda, juventude, manifestações sociais e a vestimenta a ornamentação como construção de pertencimento, reflexo da cultura, da economia e do pensamento de indivíduos e sociedades.

Não dispensa uma boa leitura, um filminho ou maratonas de Netflix.  Acredita que as pessoas devem usar a ARTE como ferramenta de autoconhecimento e libertação de dogmas em busca de uma realidade mais plena e feminista (ou seja, em constante desconstrução).

Feminismo é Revolução!

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Vini Rodrigues

WhatsApp Image 2018-04-06 at 13.28.56Gestor e sócio da Sinestesia Mutante, também atua no núcleo de Comunicação da Casa de Estudos Urbanos e no coletivo Precious Plastic Rio, além de planejar e atuar em diversas campanhas de mídias digitais.

Publicitário nato, criativo e produtor, toca projetos com a FLAGCX, já gerenciou o planejamento de mídia digital da RASTRO e trabalhou também na Agência 3 e na rádio FM O Dia. Atuou no Festival Musicar, Brownie do Luiz, Pepsi Twist Land, Shell Open Air, Ulala Universidade Criativa, Cine Pedal, Mappa, Lomadee, além de dar palestras e workshops  pelo Rio Criativo. Conheça seu portfólio completo aqui.

Cria da Zona Norte, mais especificamente do Méier (onde não se bobéier…), não dispensa uma boa cerveja e um papo filosófico na beira do mar, frequenta as rodas mais animadas e desfila, sem embaraço, pelos quatro cantos dessa cidade. Cercado por uma trilha sonora impecável, vê a arte como meio de experimentação, contemplação e criação de um mundo mais sincero, justo e inventivo.

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QUEM COLABORA

Gilberto Salomão

Lê, pensa, assiste, critica, escreve.

Um eterno curioso, pesquisador, alquimista, incentivador das artes e contemplador de parques. Cinéfilo, destrincha as listas mais secretas da Netflix e entende que um tesouro só é tesouro quando compartilhado.

Fruto de uma geração pré-politicamente correta, não perdoa no humor ácido e é responsável pelas dicas quentíssimas de cinema, netflix e tevê em geral aqui no site.

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Thásya Barbosa

Artista que conta com curadoria pessoal da Sinestesia Mutante. Acreditamos na Thásya Barbosa como um dos grandes nomes da arte brasileira de vanguarda.

Fotógrafa e designer gráfica, encontrou no clique da câmera a sensibilidade estética que se faz para além de capturar imagens, permitindo contar histórias e (re)conhecer a si mesma a partir da alteridade, expondo seu olhar conceitual através das pessoas que retrata.

Mudou-se para São Paulo em 2018, tendo trabalhos selecionados para a exposição “Recortes da Natureza Humana” na Gabriel Wickbold Studio and Gallery, fez fotos para a coluna de Lua Leça na edição de aniversário da Revista WOW e teve foto premiada pela Campanha Abrace o Brasil da Brazil Foundation com curadoria de The 55 Project e exibição de suas fotos em eventos no Coco Bambu, em Miami e em Nova York, nos Estados Unidos, além de integrar a S Exhibition em abril 2018, na Apart Gallery também em NY.

Mulher, negra, brasileira de Barra do Piraí, interior do Rio de Janeiro, representa uma geração pós-contemporânea de artistas autodidatas com representatividade de suma importância hoje, e sempre.

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Dani Dumoulin

Artista gráfica, ativista, ilustradora, fotógrafa, produtora, arte-educadora e tanto mais. De alma leve, ela une uma estética de traços delicados a uma forte crítica social. Produz zines, ativa a cena cultural de São Sebastião, na periferia de Brasília, tocando diversos projetos culturais pela cidade.

Em 2017, ela co-criou e produziu o Buraco de Minhoca, iniciativa de música, ativismo, incentivo a noves artistes e ponto de encontro mutante e itinerante.

Também é um artista que conta com curadoria e apoio da Sinestesia Mutante.

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